Apresentação da canção
Apresentação da canção
"A New Home" acompanha um dos capítulos mais tensos do romance Natura Humana, onde as ilusões de uma conquista marciana controlada chocam com a realidade brutal de um ambiente implacável. Esta canção não celebra apenas a exploração espacial: revela também o seu custo humano, o desgaste psicológico e as tensões que surgem quando o oxigénio se torna um bem contado e a solidariedade passa a ser a única saída.
Sustentada por uma melodia hipnotizante, "A New Home" pergunta: será realmente possível criar raízes noutro lugar quando tudo em nós continua preso à Terra? A esperança de um novo começo mistura-se com o vertigem do desconhecido, num canto frágil e determinado que reflecte o estado de espírito dos pioneiros perdidos numa planeta que nada lhes deve.
Letras
A new home
We set our sights on the red, dusty land,
In 2034, we reach out our hand.
A new horizon, a bold frontier,
A dream so close, yet wrapped in fear.
Mars, oh Mars, can you be our new home?
So far from Earth, where we’ve never roamed.
Will you hold us close, or push us away?
Are we strangers here, or here to stay?
Your surface is cold, your skies so thin,
A challenge awaits, but we’ll begin.
To carve a life where none exists,
And hope for a future too bright to resist.
Mars, oh Mars, can you be our new home?
So far from Earth, where we’ve never roamed.
Will you hold us close, or push us away?
Are we strangers here, or here to stay?
or here to stay ?
In your silent nights, beneath your dust,
We search for hope, in dreams we trust.
But questions rise with every mile we take,
Is this the right path, or a great mistake?
Mars, oh Mars, the journey has just begun,
Through storms of dust and a pale sun.
We seek a place in your barren view,
Mars, oh Mars, what will our future be with you?
oh yes wit yoooooou
oooooh oooooooh oooh
hummmm hummmm hummm
hummmmm hummmm
Is this the right path, or a great mistake?
tradução portuguesa
Fixámos o olhar na terra vermelha e sem fim,
Em 2034, estendemos a mão assim.
Um novo horizonte, uma fronteira ousada,
Um sonho tão perto, mas envolto em nada.
Marte, oh Marte, serás tu o nosso lar?
Tão longe da Terra, onde deixámos de andar.
Irás acolher-nos, ou afastar-nos também?
Somos estranhos aqui, ou ficaremos para além?
A tua superfície é fria, o teu céu tão leve,
Um desafio espera, mas começa-se sempre.
Esculpir uma vida onde nada existiu,
E crer num futuro que sempre nos seduziu.
Marte, oh Marte, serás tu o nosso lar?
Tão longe da Terra, onde deixámos de andar.
Irás acolher-nos, ou afastar-nos também?
Somos estranhos aqui, ou ficaremos para além?
ou ficaremos para além?
Nas noites silenciosas, sob o teu pó,
Procuramos esperança, nos sonhos somos só nós.
Mas surgem perguntas a cada passo que é dado,
Será este o caminho certo, ou um grande erro traçado?
Marte, oh Marte, a jornada agora começou,
Entre tempestades de pó e um sol que esmoreceu.
Buscamos um lugar na tua imensidão nua,
Marte, oh Marte, que futuro teremos contigo, ó lua?
oh siiiim contigooooo
oooooh ooooooooh oooh
hummmm hummmm hummm
hummmmm hummmm
Será este o caminho certo, ou um grande erro traçado?